Primeiro o Bispo Edir Macedo atacou a forma como os pentecostais tratam a questão do "batismo com o Espírito Santo". Mais tarde, voltou a mexer com vespeiro quando, em seu blog, comparou os cultos pentecostais com os rituais de terreiros de umbanda e candomblé. Agora, o bispo, com um arsenal inesgotável de veneno gospel, resolveu despejar todo o estoque de querosene da IURD na fogueira santa das vaidades ao afirmar que 99% dos cantores evangélicos são endemoniados e perturbados. Muitos fãs e cantores evangélicos, revoltados, têm despejado um universo de criticas ao bispo, nas mais diversas redes sociais, em resposta às suas declarações. Macedo, por sua vez, já disse que não está nem aí, e respondeu que tá dando uma banana para quem não concorda com ele. De todos os cantores evangélicos, aquele a quem o bispo atacou mais diretamente, foi Ana Paula Valadão, do Diante do Trono, que por meio do twitter, juntamente com seu irmão André e sua legião de valadetes, se defendeu.
Veja os vídeos com as acusações do bispo Macedo, seu braço direito bispo Romulado panceiro e o bispo Márcio:
Qual é a diferença entre a IURD e a Lagoinha?
Uma lava as pessoas com arruda e sal grosso (isso não tem base bíblica); a outra, sai pelas ruas da cidade derramando leite e mel no chão em “ato profético” (isso também não tem base bíblica);
Uma faz “terapia do amor” com casais dançando agarradinho no templo, para arrumar marido (isso não tem base bíblica); a outra, faz congresso das solteiras e amarra o espírito da solteirice, para arrumar marido (isso também não tem base bíblica);
Uma entrevista demônios e faz ele sair de dentro do corpo das pessoas na forma de uma cobra (isso não tem base bíblica); a outra fica andando de quatro e rugindo como se fosse leão (isso também não tem base bíblica);
Uma dá grande ênfase a que as pessoas (não crentes), subjugadas por um espírito, caiam; a outra dá grande ênfase a que as pessoas (crentes), subjugadas por um espírito, caiam;
As duas se diferenciam apenas e tão somente pelo estilo de público que atendem: a classe média que a Lagoinha atende não se enxerga endemoniada e caindo possessa, prefere “cair no espírito”. Já a classe menos favorecida, atendida pela IURD, prefere sair de lá com a certeza de que os demônios da pobreza, da miséria e da enfermidade foram exorcizados de si.
Como se encaixa bem nestas circunstancias aquele velho ditado: "É o sujo falando do mal lavado"
pastor Márcio
É isso que eu penso! Vócê pensa diferente?
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