Sinceramente, o sujeito não sabe se ri ou se chora de um treco desses. Brincar é próprio da idade, a juventude gosta muito de fazer piadas, tudo isso nós entendemos. O grande problema é saber definir o limite entre o normal e o bizarro, o santo e o profano, e especialmente entre a interpretaçao particular de um fato, um texto, uma mensagem e a heresia. De qualquer forma, ácidos demais em sua dose de humor, são os pastores, e as igrejas e denominações que lhes referendam, que legitimam e oportunam tais protestos. Todo mundo conhece o ditado: "quem quer ser respeitado, deve se dar ao respeito".
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